Raiz de sabor forte tem grande variedade de características neuroprotetoras documentadas
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| Estudos mostram que consumo de curcumina estimula produção de BDNF |
: : : Estima-se que cerca de 3% da população brasileira sofra com algum tipo de transtorno psicológico. Isso equivale a aproximadamente cinco milhões de pessoas que precisam de algum cuidado contínuo para manter sua saúde mental. Como se isso não fosse suficiente, sabe-se também que cerca de 12% da população sofre com transtornos menos graves, isto é, precisa de cuidados regulares como orientação e/ou consulta com psicólogos.
Listada como um dos transtornos que mais afetam a população mundial, a depressão é um mal de origem inexata, causada por fatores como estresse, trauma e alterações de humor, que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que até o ano de 2020 os transtornos depressivos serão a segunda maior causa de comprometimento funcional.
Por se tratar de uma doença grave que pode levar ao suicídio, a intervenção psicoterapêutica para essa condição é indicada em casos de intensidade sintomática leve e moderada. Algumas psicoterapias breves e bem estruturadas também se mostraram eficazes no tratamento da fase aguda da doença, ainda que de forma limitada. Nesses casos, o método mais empregado para o tratamento é a administração de remédios controlados, em um longo e desgastante processo que pode envolver vários efeitos colaterais adversos.
Porém, nem tudo está perdido
Evidências ao longo dos últimos anos sugerem que a Cúrcuma longa, também conhecida como turmérico, açafrão-da-Índia, açafrão-da-terra, gengibre dourado ou simplesmente cúrcuma, pode ser um poderoso agente no combate e prevenção desse mal.
Pertencente à família das Zingiberaceae, essa raiz de coloração amarelo-alaranjada e sabor forte tem grande variedade de características neuroprotetoras já documentadas, o que faz deste alimento funcional uma alternativa a ser considerada no tratamento de desordens psíquicas como a depressão.
Estudos mostraram que o consumo regular de curcumina, substância presente na cúrcuma, estimula o aumento dos níveis de BDNF (brain-derived neurotrophic fator). Esse fator encontra-se sempre diminuído em pessoas diagnosticadas com depressão; sabe-se que o BDNF atua sobre o sistema nervoso central e periférico, ajudando na manutenção dos neurônios e permitindo o desenvolvimento e diferenciação de novos neurônios e sinapses.
Por ser um alimento, a cúrcuma é segura, eficaz e bem tolerada pelo organismo humano, não mostrando toxicidade mesmo em dosagens elevadas (de 5 g a 8 g por dia, durante 3 meses). Apesar disso, recomenda-se uma avaliação de médico ou nutricionista sobre a suplementação com cúrcuma antes de aplicá-la no tratamento da depressão ou de qualquer doença crônica. : : :
Equipe Energia em Pílulas
Listada como um dos transtornos que mais afetam a população mundial, a depressão é um mal de origem inexata, causada por fatores como estresse, trauma e alterações de humor, que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que até o ano de 2020 os transtornos depressivos serão a segunda maior causa de comprometimento funcional.
Por se tratar de uma doença grave que pode levar ao suicídio, a intervenção psicoterapêutica para essa condição é indicada em casos de intensidade sintomática leve e moderada. Algumas psicoterapias breves e bem estruturadas também se mostraram eficazes no tratamento da fase aguda da doença, ainda que de forma limitada. Nesses casos, o método mais empregado para o tratamento é a administração de remédios controlados, em um longo e desgastante processo que pode envolver vários efeitos colaterais adversos.
Porém, nem tudo está perdido
Evidências ao longo dos últimos anos sugerem que a Cúrcuma longa, também conhecida como turmérico, açafrão-da-Índia, açafrão-da-terra, gengibre dourado ou simplesmente cúrcuma, pode ser um poderoso agente no combate e prevenção desse mal.
Pertencente à família das Zingiberaceae, essa raiz de coloração amarelo-alaranjada e sabor forte tem grande variedade de características neuroprotetoras já documentadas, o que faz deste alimento funcional uma alternativa a ser considerada no tratamento de desordens psíquicas como a depressão.
Estudos mostraram que o consumo regular de curcumina, substância presente na cúrcuma, estimula o aumento dos níveis de BDNF (brain-derived neurotrophic fator). Esse fator encontra-se sempre diminuído em pessoas diagnosticadas com depressão; sabe-se que o BDNF atua sobre o sistema nervoso central e periférico, ajudando na manutenção dos neurônios e permitindo o desenvolvimento e diferenciação de novos neurônios e sinapses.
Por ser um alimento, a cúrcuma é segura, eficaz e bem tolerada pelo organismo humano, não mostrando toxicidade mesmo em dosagens elevadas (de 5 g a 8 g por dia, durante 3 meses). Apesar disso, recomenda-se uma avaliação de médico ou nutricionista sobre a suplementação com cúrcuma antes de aplicá-la no tratamento da depressão ou de qualquer doença crônica. : : :
Equipe Energia em Pílulas
Fonte: https://monografias.brasilescola.uol.com.br/saude/poder-antioxidante-curcuma-sobre-depressao.htm

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